By The Uncounscious / Pelo Inconsciente

15 10 2010

 

Above us, an unknown power sleeps
There, in the lunatic dreams, our real wisdom is hidden
The universe’s calling us to rediscover it
The stars feed us with your unseen brilliance

We are swallowed by the vacuum, thrust into a black hole
Here, our spirits merge with the existence
And I call you to sail over the ocean of thoughts, but you insist on just be yourself
Your vision is obscured by clouds
Don’t despair, don’t give up

Overhead, In the infinite forgotten, we can drink from the purest fountain, satiating us forever
Up here, we all float
Just pick one of these abstraction balloons and transcend…

Walking along this galactic highway, we witness all our fears
But they don’t matter
Merely sail and float into your own conscious
Beyond the albatross, all passions are at the even pace
The echoes of serenity spread
In this endless and forgotten way, we are just wandering souls in pursuit of eternal light
No more pain, no more substantial

Just come with me
I can brighten your gloomy eyes
We’ll dive into the secrets underestimated
And then the mirrors will be facing, in a sublime dance
Cherishing our spirits
And nothing else will matter

—————————-

Acima de nós uma estranha força dorme
Lá nos espigos lunáticos, nossa real sabedoria se esconde
O universo nos chama para redescobri-lo
As estrelas nos alimentam com seu fulgor oculto

Somos engolidos pelo vácuo, tragados para um buraco negro
Aqui nossos espíritos se fundem com a existência
E eu te chamo para velejar no oceano dos pensamentos, mas você insiste em ser apenas você
Sua visão está obscurecida pelas nuvens
Não se desespere, não se entregue

No infinito esquecido, acima de nossas cabeças, poderemos beber da fonte mais pura, saciando-nos para sempre
Aqui em cima, todos nós flutuamos
Basta pegar um desses balões de abstração e transcender

Percorrendo essa estrada galáctica, enxergamos todos os nossos medos
Mas eles não mais importam
Apenas veleje e flutue na própria consciência
Para além dos albatrozes, todas as paixões se encontram, em um mesmo ritmo
O eco da serenidade se espalha
Nessa corrente infinita e esquecida, somos apenas almas vagantes em busca de luz eterna
Não há mais dor, nada mais substancial

Apenas venha comigo
Poderei iluminar sua limitada visão
Mergulharemos nos segredos subestimados
E então os espelhos serão confrontados, numa dança sublime
Acalentando nossos espíritos
E nada mais importará

 

Acima de nós uma estranha força dorme
Lá nos espigos lunáticos, nossa real sabedoria se esconde
O universo nos chama para redescobri-lo
As estrelas nos alimentam com seu fulgor oculto

Somos engolidos pelo vácuo, tragados para um buraco negro
Aqui nossos espíritos se fundem com a existência
E eu te chamo para velejar no oceano dos pensamentos, mas você insiste em ser apenas você
Sua visão está obscurecida pelas nuvens
Não se desespere, não se entregue

No infinito esquecido, acima de nossas cabeças, poderemos beber da fonte mais pura, saciando-nos para sempre
Aqui em cima, todos nós flutuamos
Basta pegar um desses balões de abstração e transcender

Percorrendo essa estrada galáctica, enxergamos todos os nossos medos
Mas eles não mais importam
Apenas veleje e flutue na própria consciência
Para além dos albatrozes, todas as paixões se encontram, em um mesmo ritmo
O eco da serenidade se espalha
Nessa corrente infinita e esquecida, somos apenas almas vagantes em busca de luz eterna
Não há mais dor, nada mais substancial

Apenas venha comigo
Poderei iluminar sua limitada visão
Mergulharemos nos segredos subestimados
E então os espelhos serão confrontados, numa dança sublime
Acalentando nossos espíritos
E nada mais importará

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Minúcias Macroversas

24 08 2010

Tem alguém aí fora ?
Acho que preciso de ajuda… Estou vagando por esse imenso deserto de escuridão
Preso no meu macroverso

Ondas tempestuosas atravessam e inundam minha moral
E tornam meus pensamentos mais claros
Os olhos se abrem
E então percebo um mundo onde as individualidades se sobrepõem
Egos em combate
Egoísmo ao extremo

A morte é demasiada volúvel. Mata-se muito, vive-se pouco.
Vidas que são retiradas como o vento espalha a areia
Os sofrimentos desses seres ofuscam suas capacidades
Seus pseudo-governantes se alimentam de alienação
“Não adianta ser, velho Jack, é preciso ter… TER”

Crianças que abandonaram a infância e já procriam novas peças para esse sistema.
Com tão pouca idade, juventude desperdiçada

Há um objetivo entre eles, meu velho: Poder
Com mais dinheiro, mais poder
Com mais prestígio, mais poder
Com mais bens materiais, mais poder
Seres consternados. Quão intelecto lhes falta

Eles também sofrem, mas tampam os olhos para isso
Permanecem na submissão, no condicionamento
Há entre eles uma praga chamada consumo
Nessa natureza, tudo de material se cria, tudo se consome

Possuem formas de religiões tão dissonantes que lhes faltam deuses para todas elas
Brigam por imaginar um Ser superior tão longe deles, mal sabem que essa força está até dentro dos próprios

Nas grandes entrelinhas desse mundo, e subjugados a outro plano, pessoas morrem por não garantirem-lhes a subsistência
Existe, inclusive, um continente inteiro dessa classe
De um lado, um banquete jogado no lixo, do outro, uma criança juntando as migalhas de um pão velho
Desigualdade certa e impura

Tecnologia é a coluna-mãe de todo esse sistema
O avanço usurpa os sonhos
E torna utópico o desejo da vida coletiva
Máquinas desenvolvidas, eles estão sendo engolidos por elas
Carimbam-lhes na face o selo da opressão
E, o impressionante, eles se acham felizes

Eles não vivem, com certeza
Não experimentaram a verdadeira felicidade
Ainda não se tornaram capazes da vivência plena, não sabem o que é isso
Pensam que tem a vida, mas esta não lhes pertence
O real dono é sempre quem aperta o botão

Acabam com seu próprio espaço
Adeus, lindo céu azul
Tiram de si os tesouros milenares escondidos
Perfuram as camadas do planeta, apenas para render-lhes barris, liquidez… e poder, sempre.
Têm tanto armamento para combater uma guerra iminente, mas são como insetos ao se tratar do combate aos problemas de seus espíritos

Contudo, alguns rumam contra o fluxo
Acreditam na força escondida na alma
Mas são abafados pela maioria dos incrédulos
E se afogam no conformismo

Seres, busquem o imaterial !
Mergulhem nesse precioso lago abstrato
Transfigurem-se e abram mão de suas vaidades
Daí deste pobre mundo, vocês não trarão nada concreto
E então lhes faltarão sentimentos e se arrependerão dos momentos perdidos

Deste meu macroverso, observo estes pobres seres
Criados para serem imagem e semelhança, e não chegam nem perto
Um dia eles hão de acordar dessa falsa vida que levam
Começarão a quebrar o muro que os cercam
E então, finalmente, escreverão sobre sua sincera existência





A Força da Amizade…

20 07 2010

Partes de Mim

Amigo… palavra forte que traduz um sentimento grandioso
Colunas de sustentação do existir
Nos tormentos e nas risadas, você estava ao lado
Se o problema é demasiado grande, você o restringe
Acalenta a minha alma, chora comigo

Por vezes, irmão ou irmã… Não necessariamente de sangue, mas de compreensão, paciência e sabedoria.
Conselheiros enviados pelo Criador; dádivas imensuráveis
Com você, o futuro se torna mais otimista. A tarefa transforma-se num fardo suportável.

Amigos são versões exemplares de nós mesmos
O dom da amizade atrelado ao amor resulta na mais bela, profunda e emocionante arte do sentir
Assim me sinto em sua presença, caro amigo, num refúgio seguro, num lugar de isolamento e de reflexão. Não há preço nem valor no infinito que possa pagar

Verdadeiros amigos são os mais preciosos presentes; jóias raras.
Não desperdice o seu tempo, curta as amizades, pois o tempo pode criar barreiras de saudosismo.
Sem amigos somos uma manhã sem orvalho, uma terra sem umidade, um céu sem nuvens.
Um sábio sem amigos, é um livro sem conteúdo.
Sem a amizade, perde-se o significado da vida e do “ser” humano.

Os amigos devem desmistificar-nos do nosso heroísmo e orgulho. Devem revelar as nossas fragilidades. Não podem cair no erro pernicioso da bajulação fútil e de interesses.

“Amigo, sempre estarei aqui. Os outros podem ser até bem melhores do que eu, porém isso é opção minha, provinda do coração.
O tempo vai passar e os anos vão confirmar, o que eu proferi:
Amigo, estou aqui”

Não permita Deus, que eles se percam nos caminhos das coisas vãs e promíscuas. Guarde-os sobre o Seu imenso e poderoso olhar. E os reserve um precioso e eterno paraíso no fim.

Pois eles são partes de mim, oh como são.

Carvalho, R.






Kit-Copa

20 06 2010

“Ouviram do Ipiranga as margens Plááácidas..”

               Se o hino do Brasil ainda é difícil pra você, trate logo de aprender afinal a copa do Mundo já começou e o Brasil joga de novo hoje e você não pode deixar de ser brasileiro!

              Pintar as ruas, vestir a camisa verde e amarela e gritar com emoção que “é brasileiro com muito orgulho com muito amor” é fundamental. Experimente não utilizar uma bandeira nacional a cada jogo que será considerado praticamente um estrangeiro.

             Bandeirinhas no carro, unhas pintadas de amarelo e verde, pintar listras no rosto de cada pimpolho é mais que obrigação de todo motorista, mulher e mãe. Afinal não esqueçamos que de quatro em quatro anos 190 milhões de pessoas se unem, agem, reivindicam, amam… ‘Tá doido? Quem disse que é pela eleição, meu querido. É pelo futebol. Ver os jogadores da seleção correndo atrás de uma bola é algo de fundamental importância, até porque o que seria de nós sem esse esporte magnífico?

              Mas ó se quiser ser um cidadão brasileiro de verdade, aja rápido. A Copa já começou, as vuvuzelas já tão tocando e você não pode ficar fora dessa. E se ficar, será condenado à fogueira do desprezo por todos os patriotas futebolísticos.

             Mas vá rápido. A Copa dura no máximo um mês e a validade do patriotismo também. Após isso, ele vence e apodrece.

             E as eleições de outubro? Que idéia fixa, meu rapaz! Mas sinto lhe dizer que nessa a gente nunca precisou torcer muito pra isso, né mesmo? Então… A gente vai lá, vota em qualquer um e pronto. Até penso que é uma coisa chatérrima, eles ao menos poderiam comparar com o futebol, ficaria mais interessante: tal candidato tá impedido de concorrer, cartão vermelho pra esse que roubou 40 milhões, substituição do Sarney que foi pro banco [dos réus!!! \o/ ] ou coisa assim. Seria muito mais divertido.

            Então sejamos nacionalistas, mesmo que de 4 em 4 anos.

Rumo ao hexa e aos jogos aqui em 2014, Brasil!





Um auto-estudo

19 05 2010

Há milhares de anos o homem procura a melhor maneira de se viver. Com a tecnologia e a cultura moderna do imediatismo, o tempo se tornou um importante vilão. A vida, propriamente dita, é como uma colcha de retalhos. Passamos por perdas que imaginamos serem impossíveis de se reencontrar o equilíbrio emocional e por ganhos, que, por sua vez, nos acalentam e dão força para enfrentarmos os percalços do caminho. Atrelado a isso, somos obrigados ou não, a fazer certas escolhas e renúncias, seja por intermédio do simples fato de viver, seja para alcançar algo maior – ou nos fazer cair e “dar a volta por cima”.

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A responsabilidade humana vai além do que imaginamos

30 04 2010

Por que devemos nos importar com o próximo, sem nos basearmos em teorias religiosas, ético-morais ou fatos clichês?

Para começar, é impossível haver dois sistemas sociais distintos. O que existe são duas maneiras de ver e atuar no mesmo sistema. As pessoas jamais são completamente separadas umas das outras.

As relações humanas são uma grande teia multifocal. Revela que ninguém é uma ilha física, psíquica e social dentro da humanidade. Todos somos influenciados pelos outros. Todos os nossos atos, quer sejam conscientes ou não, quer sejam atitudes construtivas ou destrutivas, alteram os acontecimentos e desenvolvimento da própria humanidade.

Qualquer ser humano – intelectual ou iletrado, rico ou pobre, médico ou paciente, ativista ou alienado – é afetado pela sociedade e, por sua vez, interfere nas conquistas e perdas da própria sociedade através de seus comportamentos.

Todos são responsáveis pelo futuro da sociedade e, por conseqüência, pelo futuro da humanidade e do planeta como um todo.

Mínimos comportamentos podem interferir em grandes reações na História. O espirro de um norte americano pode afetar as reações das pessoas no Oriente Médio. Uma atitude de um europeu, por mínima que seja, pode interferir no tempo e nas ações da China.

Ex.: Um padeiro que fez pão no século XV em Paris afetou o tempo e a memória da dona de casa que o comprou, afetando as reações dos seus filhos, que por sua vez, alteraram os comportamentos dos seus amigos, vizinhos, colegas de trabalho, e que, numa reação em cadeia, influenciaram a sociedade francesa da época e de outras gerações. Assim, numa seqüência ininterrupta de eventos, o padeiro do século XV influenciou, séculos mais tarde, os pais, amigos e, consequentemente, a formação da personalidade de Napoleão, que afetou o mundo.

Hitler, em 1908, mudou-se para Viena com o objetivo de se tornar pintor. O professor da academia de belas-artes que o rejeitou afetou o seu tempo, sua memória, seu inconsciente. Por sua vez, influenciou sua atividade, sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão, seu livro. Todo este processo interferiu na eclosão da Segunda Guerra Mundial, que afetou a Europa, o Japão, a Rússia, os EUA e que mudou os rumos da humanidade.

Se Hitler tivesse sido aceito na academia de belas-artes, talvez tivéssemos tido um artista plástico, ainda que medíocre, e não um dos maiores psicopatas da história. Não que a psicopatia de Hitler seria resolvida com sua inclusão na escola de Viena, mas poderia ser abrandada ou talvez não se manifestasse.

O ato de um suicídio altera o tempo dos amigos e dos parentes da pessoa que quer matar-se, e principalmente despedaça a emoção e a memória deles, gerando um vácuo existencial, lembranças e pensamentos perturbadores que afetarão suas histórias e o futuro da sociedade. Ninguém desaparece quando morre. Viver com dignidade e morrer com dignidade deveriam ser tesouros cobiçados ansiosamente.

Portanto, o princípio da corresponsabilidade inevitável demonstra que nunca podemos ser uma ilha na humanidade. Jamais deveria haver as ilhas dos norte americanos, dos árabes, dos judeus, dos europeus. A humanidade é uma família vivendo numa complexa teia. Somos uma única espécie. Deveríamos amá-la e cuidar dela mutuamente, caso contrário não sobreviveremos. Somos responsáveis inevitavelmente, em maior ou menor proporção, pela prevenção do terrorismo, da violência social, da fome mundial.

“Há sistemas que pouco se comunicam, mas não são isolados. Por tudo isso, isolar-se ou fechar-se em seu mundo pode ser um ato egoísta”.

“Interferimos na memória e no tempo dos outros a todo instante. A memória e o tempo nos unem numa inevitável rede”.

“Não conseguimos fugir dos outros porque não conseguimos fugir de nós mesmos”


“Vivemos num tempo em que as flores se esforçam por substituir por si mesmas, e não pela terra rica e pela chuva benfazeja.”

Ray Bradbury.

Esse texto foi um estudo baseado em um princípio chamado “Princípio da Corresponsabilidade Inevitável”, retirado do livro “O Futuro da Humanidade”, de Augusto Cury.

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Um combalido ponto azul no Cosmo

22 04 2010

Neste dia 22 de abril comemora-se o “Earth Day”, ou Dia da Terra,  que visa conscientizar a população global acerca dos problemas ambientais que o planeta vem sofrendo nos últimos anos. Não é preciso ser nenhum especialista para concluir que a qualidade da água se encontra fortemente ameaçada; que o clima se transformará no decorrer do século XXI, por conta do efeito estufa e da redução da camada de ozônio e que a biodiversidade tende a se reduzir, apesar de todo o avanço da ciência.

E o que impressiona é que pessoas estão cagando e andando não só para esse dia, como para toda a situação de calamidade (sim, c-a-l-a-m-i-d-a-d-e) ambiental da natureza. Ainda há aquelas ONGs que se propõe a navegar contra a corrente e tentam amenizar e ‘recuperar’ parte do que já foi perdido (o Greenpeace é o maior exemplo).

Mas só isso não basta. Conscientização coletiva é o que falta para as pessoas. Enquanto o problema não começar a afetar essas pessoas, as mesmas vão vivendo no seu mundinho fechado (“O fantástico mundo de Bobby”) e tanto faz como tanto fez do que está acontecendo, de que cada vez mais aproximamo-nos de uma data de validade para o planeta.

O Aquecimento Global nos aflige com o aumento desordenado da temperatura (e isso já está nos afetando, vide o desestabilizado clima do Rio de Janeiro e de outras cidades – ora chove, ora um sol de rachar). E essa culpa credita-se a nós seres humanos: desmatamentos, gastos descontrolados de água, derramamento de óleo ou até mesmo uma latinha de Coca Cola que, ao terminarmos de beber, jogamos pela janela do ônibus.

Não gostaríamos que nossa casa vivesse cheia de poeira, faltando janelas e com buracos nas paredes. Analogamente, é o que acontece com a “nossa maior casa” (pode soar o maior clichê possível, mas é real). O buraco da camada de ozônio totalmente deteriorizado, água esgotando-se pouco a pouco, geleiras derrentendo, etc etc etc.

Então, que nesse Dia da Terra, tenhamos a consciência devida. Mesmo o governo brasileiro e mundial não se preocupar tanto com a questão ambiental e se focar mais nas suas políticas internas e externas, no crescimento econômico e na posição de destaque no âmbito globalizado, devemos fazer a nossa parte e, mais do que isso,devemos fazer a diferença e remarmos contra a corrente. Nas poucas ações, teremos um todo satisfatório. Se reduzirmos o tempo da torneira aberta ou não jogarmos mais qualquer lixo nas ruas, já estaremos ajudando a “nossa casa”. Não vamos deixar esse ponto azul no Cosmo se transformar em um ponto cinzento perdido no universo.

Para terminar, vai 2 clipes meio antigos, mas sempre interessantes, de bandas de sucesso (Linkin Park e 30 Seconds to Mars), que usaram a música como meio de reflexão ao pensamento ambiental e social.

Ainda há tempo de salvar o planeta. O que você vai  fazer? De que lado você estará ?


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